
Amigas, amigos:
Este Boletim cumpre a obrigação de informar todos sobre o trabalho de todos. Mas também traz dados, reflexões, indicações e instruções. E visa aumentar o número (hoje 1086) de signatários do Manifesto inicial, que o recebem mensalmente (quando dá…)
Confirme por favor agora, à Zélia, que o recebeu: SIM/NN3 (whatsapp +55 11 92141-7073).
Sem tempo para ler? Vá ao Como participar? (item 5 do Boletim). Mais tarde leia o resto.
Antes: 10 reais por mês dariam agora 10.860, cobrindo quase todas as necessidades principais. Pix: https://aeduc.typeform.com/meaplus
Toda reunião de Orientação Geral (Segundas-feiras, às 19h) tem gente nova. E nosso trabalho está aumentando! Por isso pulamos o Boletim de junho. E houve o LANÇAMENTO do SELO NÃO COMPRO VOTO! Quantos candidatos(as) o assinarão? Indicaria a possibilidade de um Congresso amigo do povo.
LEIAM E DIVULGUEM.
Várias outras notícias virão no próximo.
1 – SELO NÃO COMPRO VOTO
A grande novidade do período foi o SELO “NÃO COMPRO VOTO”, a ser proposto aos candidatos que queiram assinar o Compromisso. Ele foi lançado dia 16 de julho, em coletiva de imprensa no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e provocou várias entrevistas e matérias. Aqui abaixo, O SELO, junto com o COMPROMISSO, e um release escrito por Mara Ribeiro, jornalista que organizou a coletiva:
📌 Compromisso SELO “NÃO COMPRO VOTO”
📌 PRESS RELEASE do lançamento do SELO “NÃO COMPRO VOTO”
📌Entrevista com Chico Whitaker sobre o SELO “NÃO COMPRO VOTO”
📌Candidatos que já estão se comprometendo com o SELO
01) Emídio de Souza – PT/SP – Estadual
02) Macaé Evaristo – PT/MG – Estadual
03) Marlon Reis – REDE – Federal
04) Nabil Bonduki – PT/SP – Federal
05) Guida Calixto – PT/SP – Federal
06) Orlando Silva – PCdoB/SP – Federal
07) Rodrigo Mar – PT/SP – Estadual
08) Fernando Mineiro – PT/RN – Federal
09) Divaneide Basílio – PT/RN – Estadual
10) Adriana Martins – PT/SP – Estadual
11) Paulo Fiorilo – PT
12) Jovita Rosa – PDT/DF – Distrital
13) Paulo Teixeira – PT/SP – Federal
14) Cleiton Motorista – PSOL-REDE/TO – Federal
15) Fernando Oliveira – PT/SP – Estadual
16) Professora Evany – PSOL/AM – Senado
17) Nete Protetora – PSOL/AM – Estadual
18) Natália Demes – PSOL/AM – Federal
19) Welton Oda – PSOL/AM – Federal
20) João Paulo Rillo – PT/SP – Estadual
21) Professora Ana Olinda – PT/SP – Estadual
22) Maurício Abdalla – PT/ES – Estadual
23) Juliana Cardoso – PT/SP – Federal
24) Simão Pedro – PT/SP – Estadual
25) Marcos Apurina – REDE/AM – Federal
26) Daniele Baré – REDE/AM – Estadual
2 – DECÁLOGO PARA SALVAR A DEMOCRACIA
Nossa Campanha, quando já se está em intensa atividade eleitoral, pode surpreender muita gente, por não ser campanha de candidato, nem de partido. De fato, ela é uma campanha de educação política e de mobilização: de cidadãos, cidadãs e movimentos socias que desejam assegurar que nosso povo use livremente, sem assédios nem enganações, seu poder de escolher seus representantes, no Senado e nas Câmaras de Deputados. Para que estas instâncias de poder político atendam aos interesses da maioria do povo e não sejam usadas para o enriquecimento fraudulento de espertalhões.
Na verdade, o que queremos é ajudar a salvar nossa democracia, que é o único sistema político (imperfeito) que pode ser melhorado pela ação cidadã. E, no Brasil, ela está em risco, por causa das práticas seculares de compra de votos, pelos candidatos e candidatas, e de venda dos seus votos pelos eleitores e eleitoras!
Para facilitar nossas conversas sobre isso com nossos familiares, vizinhos, colegas, elaboramos um decálogo de afirmações sobre o que foi acontecendo e o que queremos! Cada uma dessas afirmações pode ser um tema de conversa, em um dia, ou em dez dias, ou compor um programa de troca de ideias e opiniões daqui até o 3 de outubro, que pode ser usado em programas escolares, propostos por alunos ou professores, ou em sermões e homilias de religiosos, e em falas de “influenciadores” nas TVs e redes sociais.
- Em 1830, em tempos de Dom Pedro I, a compra e a venda de votos, nas eleições que então começaram, passaram a ser crimes.
- Mas como durante 169 anos foram raramente punidos, se tornaram “normais”.
- E se transformaram no modo mais fácil de oportunistas, aproveitadores e espertalhões serem eleitos, e se tornarem “políticos”.
- Escancarou-se assim a porteira para que invadissem o Poder Legislativo, e ajudassem a formar “maiorias” – que são quem decide nesse Poder – “inimigas do povo”.
- Hoje até o crime organizado compra votos para eleger asseclas.
- Com isso, a representatividade do Legislativo foi ficando cada vez mais distorcida.
- E baixou a quase zero a qualidade ética de grande número de seus membros.
- Só em 1999 uma Lei de Iniciativa Popular (9840/99), com base na frase “Voto não tem preço, tem consequências”, encontrou o remédio: criou um modo da Justiça Eleitoral ter eficácia na punição dos crimes de compra e a venda de votos.
- Apoiada nessa Lei, a Campanha por um Brasil sem Compra de Votos propôs, em 2026, um tsunami ético: uma onda cidadã gigante que, em três (ou mais) eleições seguidas (mudar cultura exige tempo!) realmente leve à erradicação dessas práticas de nossa cultura política.
- Para termos legislativos amigos do povo, entre em nossa Campanha assinando como cidadão ou cidadã nosso Manifesto (https://ocandeeiro.org/manifesto-contra-venda-votos), trazendo a organização de que participa e, se candidato ou candidata, assinando o Compromisso com que receberá o selo “Não Compro voto”, para divulgar em sua campanha.
3 – REELEIÇÃO?
Muitos dos atuais parlamentares federais vão concorrer à sua reeleição. Cabe a pergunta: Merecem voltar? Vai ser preciso pensar bem, para não desperdiçarmos o poder que temos, segundo a Constituição, de escolher nossos representantes no Legislativo.
No próximo número deste Boletim (agosto), apresentaremos listas dos deputados federais da atual legislatura, por Estado e partido, cujos votos ou tomadas de posição foram CONTRÁRIOS, segundo nosso ponto de vista, AOS INTERESSES DO POVO.
Escolhemos seis posicionamentos ou projetos emblemáticos:
- Pela blindagem da bandidagem
- Pelo fim da jornada semanal 6×1
- Por Gás do Povo
- Por Imposto para Super Ricos
- Pelo Veto da Dosimetria
- Pela Lei da Devastação (que flexibiliza regras de licenciamento ambiental)
Indicaremos seus votos ou posicionamentos em cada um desses temas. CASO O NOME DE ALGUM DEPUTADO NÃO APAREÇA NA LISTA, é porque ELE VOTOU A FAVOR DOS INTERESSES DO POVO.
A cada um de nós decidir que candidato deve ser reeleito com seu voto! E em quem não votar de jeito nenhum. Mas atue também, conversando a respeito com seus conhecidos. Precisamos eleger, no Congresso, uma maioria amiga do povo.
4 – COLETIVOS DE FACILITADORES
Os Coletivos de Facilitadores promovem esta Campanha em suas cidades ou regiões, divulgando nossas lives, cartazes, textos e projetos, promovendo debates e discussões, banquinhas, etc, etc, etc, como prefiram ou possam fazer. Nossa estrutura de projetos e atividades contínuas vai dar muitas ideias para essa atuação cidadã.
Mais adiante os Coletivos de Facilitadores terão que começar também a criar os chamados Comitês Populares de Fiscalização Eleitoral, que serão nossos olhos no máximo possível de municípios para identificar compradores de votos e colher provas de seus crimes, seguindo as instruções que indicaremos em manuais e vídeos que estão sendo preparados. Para que possam ser denunciados à Justiça Eleitoral e realizemos efetivamente o objetivo geral de nossa Campanha, de termos em nossos Legislativos maiorias de parlamentares amigo(a)s do povo.
É preciso, mas não basta, que estejamos cada vez mais presentes nas telas dos celulares, computadores e TVs, e nos jornais. Precisamos “conversar” com o maior número possível de eleitores e eleitoras. E para isso, os Coletivos são essenciais.
Mas temos Coletivos em somente 14 Estados. Conclusão, convidemos todos que tenham um pouco de tempo livre que o discutam, com seus amigos, familiares e colegas. Rumo a Coletivos de Facilitadores em todos os Estados do Brasil.
Não desperdicemos o instrumento que conquistamos com a Lei 9840/99: a atenção às nossas denúncias de compra e venda de votos à Justiça Eleitoral. Porque ela não pode agir se não for provocada. E nós o podemos fazer. Assim como levar a que seja mais rápida em sua ação. É ela que cassa candidaturas e mandatos por compra de votos e determina inelegibilidades.
Só assim conseguiremos que os inimigos do povo sejam afastados dos Legislativos, em que se instalaram, por gerações, comprando votos; e que os parlamentares que elegermos não fiquem falando para o vento, como minorias bem-intencionadas, enquanto os espertalhões se locupletam.
5 – COMO PARTICIPAR?
Estamos sempre repetindo: PARTICIPE! PARTICIPE! Porque temos que ser muitos para de fato ERRADICARMOS A COMPRA E VENDA DE VOTOS em nosso país, mudança decisiva para assegurar a continuidade de nossa democracia.
De fato, todo poder deve emanar do povo, mas foi no próprio ato em que o povo escolhe quem deve assumir o poder, em seu nome, que um parafusinho da máquina eleitoral entortou e se enferrujou. E permitiu uma prática contumaz da grande maioria dos candidatos a cargos eletivos e dos eleitores: os crimes da compra e da venda de votos. É esse parafusinho que nossa Campanha pretende urgentemente retirar da máquina eleitoral. Porque, mantidos impunes ao longo de 169 anos, esses crimes se “naturalizaram” e acabaram entortando a máquina eleitoral inteira. E se ela com isso descarrilhar, toda a máquina do governo pode tomar rumos que conduzam à destruição da democracia e, com ela, do país como nação! Num Estado Democrático de Direito a Lei está acima de tudo, e quem a faz é o Poder Legislativo, o único Poder cujos membros são todos eleitos por nós.
Todos que concordam com isso quase automaticamente nos perguntam: SIM! QUEREMOS PARTICIPAR! MAS COMO? Por isso indicaremos aqui abaixo como estamos nos organizando, para que cada um ou uma escolha onde e como partcipar.
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Como dizia um poeta espanhol, muito antes de seu país ganhar este ano a Copa do Mundo de Futebol, “construímos nosso caminho ao caminhar”. Nosso sistema de planejamento é desburocratizado e sem dirigentes, na horizontalidade das redes, com a participação das pessoas que foram aderindo à Campanha a partir da sua assinatura no nosso primeiro Manifesto*, em julho de 2025. * (https://ocandeeiro.org/manifesto-contra-venda-votos).
Aí pelas tantas da nossa caminhada, um número crescente (hoje 160) dos atuais 1086 signatários do Manifesto, em todo o Brasil, passaram a fazer parte da lista “Orientação Geral” (no Whatsapp), e começaram a se reunir virtualmente (às 2as. das 19 às 20,30 horas) em sala oferecida pela Universidade Mutua (https://ocandeeiro.org/unimutua/). A Campanha contra a compra de votos nasceu numa das suas Rodas de Trocas de Saberes, sobre “A Importância do Legislativo”.
Os participantes dessas reuniões (em número variável, de 10 a 30 pessoas, o chamado “Grupão”) passaram pouco a pouco a decidir por consenso sobre propostas para o desenvolvimento da Campanha, apresentadas previamente, quando possível, na lista do whatsapp “Orientação Geral”.
Mas estamos precisando prever em mais detalhe como continuar, por que nossa Campanha está crescendo e nos propusemos a repetir nas campanhas eleitorais de 2028 e 2030 o que fizermos em 2026, e até criar um Instituto que dê sustentação a toda essa Jornada.
Assim, aqui vão alguns elementos de nossa estrutura de trabalho. Mas tudo isso é sempre somente proposta, a ser completada e/ou modificada nas reuniões de Orientação Geral que os tenham em sua pauta e nas conversas no whatsapp.
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Essa estrutura compreenderia três tipos de elementos: o Grupo de Orientação Geral, os Projetos, e as Atividades Contínuas, muitas das quais são também Atividades de Retaguarda. Seria bom que alguém que soubesse fazer essas coisas montasse um gráfico dessa estrutura.
Cada elemento seria mobilizado por um “grupo de animadores”, que contaria com uma lista especifica no WhatsApp para se intercomunicar virtualmente, criada pelo próprio grupo e na qual estão só os membros do Grupo.
As reuniões do “Grupão” nas 2as, cuja função já foi indicada, está se tornando também a porta de entrada para a participação na Campanha: cada pessoa que nela entra, para apoiá-la ou desenvolver atividades, está sendo convidada a participar dessas reuniões, apresentando-se aos demais, e entrando na lista whatsapp do “Grupão”.
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O nome Projeto seria dado a atividades curtas, com começo, meio e fim, começando agora e terminando no fim do ano eleitoral. Em 2028 teremos outros projetos, assim como em 2030. E nos anos intermediários outros Projetos, dentro das atividades do Instituto.
Cada Projeto seria proposto em documento contendo pelo menos seu objetivo, sua forma e tempo de realização e o seu custo. E seria aprovado ou não por consenso em reunião do “Grupão”.
Dois Projetos já estão já em plena execução: Projeto 1 – Selo Não Compro Votos, proposto pelo Fred. Dele falamos no início deste Boletim. E Projeto 3 – Entrevistas, proposto por Chico e Júlio, em que já se realizaram três entrevistas (levam pouco mais de uma hora, todas as 5as às 19 horas, priorizando por ora pré-candidatos; abertas aos interessados por meio de link enviado pelo Júlio Tubarão na lista Orientação Geral).
A preparação do Projeto 4 – REELEIÇÃO? descrito acima, está sendo finalizado por Vinicius e Hyamanna. Aguardem.
Outros Projetos estão em começo de elaboração: 2 – Camisetas e Bandanas, 5 – Álbum de figurinhas, 6 -Criação do Instituto Pró-Legislativos Amigos do Povo, 7 – Elaboração de um Livro “Por um Brasil sem Compra e Venda de votos 2026” (a começar agora e terminar ao final deste ano, contando tudo que fizemos e obtivemos na campanha deste ano, para não perdermos a experiencia acumulada – a ser seguido pelos livros das campanhas de 2028 e de 2030).
Que venham outras propostas.
Entre as atividades contínuas, que podem ser também consideradas de retaguarda, poderiam ser indicadas:
– Este Boletim Mensal, a ser mandado aos signatários do Manifesto, para manter todos minimamente informados do que está rolando, e para convidá-los a participarem, de diferentes formas, da atividade que mais os atraia (imaginem 1086 pessoas se espalhando pelo nosso chão!).
– A divulgação geral da Campanha, para que ocupe cada vez mais espaço na mídia e no mundo das redes e influenciadores digitais.
Mas há muitas outras. Aqui vão algumas das atividades de retaguarda de grupos de pessoas que querem “adiar o fim do mundo”[1]: – Obtenção de Recursos, Gestão de Entradas e Saídas de Recursos, Gestão do Site, Gestão de Lives e Reuniões Virtuais, Apoio Jurídico para Ações e Declarações, Construção de Índices e Mapas atualizados do conteúdo do Site, Construção de Índices e Mapas atualizados do conteúdo da Página de Apoio etc [2]
Há muito mais atividades de retaguarda do que as que estão na linha de frente (é difícil se livrar do vocabulário guerreiro dos militares, depois de muitos séculos de sociedades dominadas por eles).
Esperamos que muitos se disponham a participar dos grupos de animadores dessas Atividades e Projetos. E proponham outros projetos e atividades. A estruturação do nosso trabalho irá então se definindo, sem a rigidez que imobiliza e com a criatividade que a experiencia de cada um(a) permite que aflore, para atender ao que precisamos, podemos e devemos fazer por um “Outro Mundo Possível”.
NOTAS
[1] Segundo o ChatGPT: “A expressão “adiar o fim do mundo” ficou amplamente conhecida por causa do livro e das palestras do líder indígena brasileiro Ailton Krenak, intitulado “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”(…). O sentido da expressão não é o de impedir literalmente o fim do planeta. Krenak propõe que o “fim do mundo” já acontece quando destruímos a natureza, eliminamos culturas, ampliamos desigualdades e passamos a tratar a vida apenas como mercadoria. “Adiar o fim do mundo” significa, portanto, preservar as condições para uma vida digna, respeitar a diversidade humana e a natureza, e construir formas mais solidárias de convivência”.
[2] Algumas das nossas Atividades estão sendo assumidas pelo Projeto paralelo da Universidade Mútua, que contou desde sua criação com a ajuda de uma pequena Fundação francesa. Ela foi criada por uma mulher que seguiu e ajudou, durante décadas, diferentes ações rumo à utopia. Sua biografia questiona às do 1% da lista Forbes, dos mais ricos do mundo. Antes de atuar muitos anos num Instituto de Animação Rural (IRAM), que ajudava os camponeses pobres do norte da África a se organizarem, chegou a pilotar aviões de guerra, no Marrocos, na Guerra Mundial contra o nazismo e o fascismo, que hoje tentam ressurgir… E antes de falecer doou seu corpo para os estudos da Faculdade de Medicina de Paris, com seus restos hoje esperando uma decisão judicial final para serem levados ao tumulo dos Reis da França, porque ela era membro das suas famílias no Brasil e na França. Há pessoas que conseguem viver sua própria libertação…
6 – DOAÇÕES
Sobre este fastidioso assunto: 10 reais por mês, que dariam agora 10.860, cobrindo quase todas as necessidades principais. Pix: https://aeduc.typeform.com/meaplus
Sabemos que é muito desanimador este typeform que usamos, para obter o combustível que permite que nosso carro ande: inventaram o Pix para facilitar pagamentos, mas não é sempre que facilita doações. Mas quem consegue doar 10 reais à nossa campanha se para isso tem que passar por cinco telas seguidas… Realmente…
Mas a Ação Educativa, que se dispôs a nos ajudar nisso, recebendo doações por nós, entra pelo cano se não pedir todas as informações que o typeform pede… Um outro mundo é realmente possível dentro do sistema capitalista, em que o 1% dos mais “competitivos” se tornam trilionários, num mar de roubos, desigualdades, fome e tragedias?
Temos buscado outros caminhos para receber pequenas doações (que até podem ser maiores…), mas ainda não os encontramos. Talvez existam, sem que saibamos… Mas quais são? Por ora temos que continuar esperando que alguns “dez reais” nos cheguem, mandados pelos mais pacientes… Desculpem-nos…
Quem tiver alguma ideia brilhante queira nos ajudar. Assim quem sabe até o próximo Boletim tenhamos alguma solução. Ou resolvam inventar um pix realmente “cidadão” e não “empresarial” (ainda que digam que todos devemos nos tornar “empresários”), controlado pelo chamado “fisco”, necessariamente neste mundo da esperteza…

